quarta-feira, 29 de junho de 2011

segunda-feira, 27 de junho de 2011

QUÍMICA ENSINADA: Lágrimas de mulher

QUÍMICA ENSINADA: Lágrimas de mulher: "A comunicação entre os seres humanos realiza-se de modos muito variados, mas a comunicação entre os seres das outras espécies, tais como os ..."

terça-feira, 14 de junho de 2011

Fosfato de cério aumenta eficácia de protetor solar

Pesquisadores do Departamento de Química da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP conseguiram obter um novo filtro solar, à base de fosfato de cério, que pode substituir com muito mais eficácia os filtros já utilizados que são produzidos a partir de óxidos de zinco e titânio. A capacidade do cério de absorver a radiação ultravioleta, segundo os pesquisadores, já é conhecida pela comunidade científica e o óxido de cério, inclusive, é utilizado em filtros solares que estão no mercado.

“A pesquisa experimentou o uso de fosfato de cério como protetor solar e simplificou o processo de obtenção de suas nanopartículas por um processo mais simples”, diz Juliana Fonseca de Lima, uma das autoras do estudo. O pedido de patente do processo foi depositado junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) em 2008 e, em 2010, o grupo já conseguiu o licenciamento.

Além disso, afirma a pesquisadora, foram realizados estudos de reflectância difusa, que mede a absorção dos raios ultravioleta (UV) pelo fosfato de cério, e de atividade fotocalítica, que avalia as modificações físicas e químicas da matéria na presença de luz e oxigênio. “Os resultados mostraram que o fosfato de cério apresenta alta absorção na região do UV e na avaliação do seu comportamento na presença de óleo, calor, fluxo de ar, presença de luz e agitação constatou-se que o óleo é menos degradado quando comparado aos óxidos de zinco e cério”. Juliana diz que ficou evidenciada a maior eficácia do fosfato de cério na proteção solar, pois ele é menos fotocalítico quando exposto à luz.

Segundo Juliana, até o momento óxidos de zinco e titânio têm sido usados como filtros UV inorgânicos, entretanto, eles apresentam dois grandes inconvenientes. O primeiro é que ambos manifestam elevada atividade fotocatalítica quando expostas à luz, que podem levar à fotodegradação do meio orgânico onde estão, como, por exemplo, nos cosméticos. Ou seja, eles facilitam a geração de espécies reativas que são responsáveis pela degradação do meio orgânico. E, ainda, esses óxidos foram otimizados para serem usados como pigmentos brancos, desta forma apresentam elevado índice de reflectância difusa na região visível.

Desenvolvimento

As primeiras formulações contendo fosfato de cério estão em fase de desenvolvimento com um laboratório químico do Rio de Janeiro. Esse processo teve origem na pesquisa de iniciação científica Síntese de fosfatos de cério, com alta absortividade no ultravioleta e potencial aplicação em protetores solares, concluída por Juliana, em 2008 e orientada pelo professor Osvaldo Antonio Serra e teve a participação também do técnico Claudio Roberto Neri, ambos da FFCLRP.

Juliana explica que o cério é um elemento químico pertencente ao grupo dos Lantanídeos e foi descoberto por Mosander, em 1839. Seu nome é atribuído em homenagem ao asteróide ‘Ceres’. “O cério é a terra rara (TR) mais abundante na crosta terrestre e os minerais monazita e bastanasita possuem maior quantidade de cério, 44% e 49,8%, respectivamente. O fosfato de cério é encontrado em abundância no Brasil, na praia da areia preta em Guarapari, no Espírito Santo”.

Os compostos de cério são usados como componentes na fabricação de equipamentos de iluminação para a indústria cinematográfica, aplicações nucleares e metalúrgicas, catalisadores, fabricação de vidro, por exemplo. “Os fosfatos de cério são de grande interesse devido ao seu alto ponto de fusão, baixa solubilidade e alta estabilidade química”, aponta Juliana.

Os pesquisadores comemoram o fato de a invenção poder ser utilizada em diversas formulações como loções, sprays, pomadas, géis, emulsões, e em produtos para cuidado dos cabelos como xampus, condicionadores, relaxadores, clareadores, desembaraçadores, gel modelador, gel fixador, espumas na forma de spray, cremes modeladores, mousses, preparações para tingimento dos cabelos, temporárias ou permanentes. Também pode ser adotada em produtos para cuidados da pele como cremes de barbear, loções pós-barba, cremes, sabonetes líquidos, sabonetes em barra, e produtos para cuidados com as unhas, como esmaltes.



Esta notícia foi publicada em 13/06/2011 no sítio Agência USP. Todas as informações nela contida são de responsabilidade do autor.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Atividades de ponto extra para o CERA

Olá, meus caros alunos.
Desculpem a demora, mas devido a algumas atribulações, não pude postar na quinta-feira (conforme prometido) a atividade de ponto extra no blog. Mas, como dizem os populares, antes tarde do que nuncA! Aí vai:



* 1º ano - Sobre proteínas: Pesquisem sobre o glúten - o que é, função, riscos e doença celíaca. Faça uma explanação no caderno.



* 2º ano - Sobre protista: fale sobre o risco da toxoplasmose, especialmente em mulheres. Faça um explanação no caderno.



* 3º ano - Sobre 1ª Lei de Mendel e Heredograma - Monte um genealogia (ou heredograma) de sua família ´para a característica capacidade de dobrar a língua em U. Determine se quem consegue dobrar a língua em U é dominante ou recessivo. Deve ser feito no caderno.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Cientistas acreditam ter descoberto principal gene responsável pela obesidade

KLF14 controla outros genes envolvidos no processo metabólico


Um gene ligado ao diabetes e ao colesterol pode ser ainda o principal responsável por controlar outros genes presentes no tecido gorduroso. Segundo um estudo publicado no periódico científico Nature Genetics, uma vez que a gordura desempenha um papel importante na suscetibilidade a doenças metabólicas – caso de obesidade, males cardíacos e diabetes –, controlar esse gene específico poderia ser uma maneira eficaz de tratar esses problemas.

“Esse é o primeiro estudo relevante que mostra como pequenas alterações em um gene de regulação podem causar uma cascata de efeitos metabólicos em outros”, diz Tim Spector, pesquisador do King’s College London e coordenador do estudo. Para chegar aos resultados, a equipe de Spector analisou mais de 20.000 genes presentes em amostras de gorduras da pele de 800 mulheres britânicas.

Descobriu-se, então, uma relação direta entre o gene KLF14 e os níveis de diversos outros genes encontrados no tecido gorduroso. O KLF14 já havia sido relacionado ao diabetes tipo 2 e ao colesterol, mas os cientistas não sabiam ao certo qual era o papel dele nessas doenças.

Com a descoberta, chegou-se à conclusão de que o KLF14 é o principal controlador dos demais genes presentes na gordura e que fazem parte do processo metabólico, responsáveis pelo índice de massa corporal, obesidade, colesterol e níveis de insulina e glicose. “Agora, estamos trabalhando para entender plenamente esse processo de controle do KLF14 e como podemos melhorar os tratamentos a partir disso”, diz Mark McCarthy, da Universidade de Oxford e membro da equipe de pesquisadores.


http://veja.abril.com.br/noticia/saude/cientistas-acreditam-ter-descoberto-principal-gene-responsavel-pela-obesidade

O que guia a vida é... um pequeno fluxo, mantido pela luz do Sol. Albert Szent-Györgyi

terça-feira, 10 de maio de 2011

Obesidade é contagiosa

Obesidade é 'contagiosa' entre amigos e familiares, sugere pesquisa

Pressão social e mudança de comportamento acabam levando o indivíduo a comer cada vez mais até ganhar peso



A obesidade pode ser contagiosa. Segundo estudo realizado por pesquisadores da Universidade do Arizona, pessoas com muitos amigos ou parentes obesos correm mais riscos de ficarem acima do peso. Isso se deve a fatores psicológicos, que levam a mudanças de hábitos e do comportamento alimentar.

De acordo com a pesquisa, publicada no periódico científico American Journal of Public Health, a amizade com pessoas obesas pode fazer com que se encare o problema como algo natural. Assim, o indivíduo, ainda magro, acaba comendo cada vez mais, até alcançar um corpo similar ao de seus colegas.

Outro fator levantado pela pesquisa é que amigos obesos acabam fazendo uma “pressão psicológica” para que os colegas mais magros comam mais – e engordem. Ainda conforme o estudo, até mesmo a rotina social dos obesos, que valorizam programas gastronômicos ou sedentários, como assistir à TV, pode levar ao ganho de peso.

Para chegar aos resultados, foram avaliadas 101 mulheres e 812 pessoas que eram próximas a elas. Ao analisar o índice de massa corporal (IMC) das voluntárias e das amigas, a equipe de cientistas descobriu que, quanto mais colegas acima do peso uma mulher tem, maiores os riscos dela também se tornar obesa.

No site http://veja.abril.com.br/noticia/saude/obesidade-e-contagiosa-entre-amigos-e-familiares você pode clicar nas perguntas para saber mais sobre obesidade e dieta.