segunda-feira, 9 de maio de 2011

Modelo de célula baceriana


Visite o site http://www.cientic.com/imag_bacteria.html# e visualize a célula bacteriana com suas estruturas. Com animação.

As Arqueas

Ao contrário do que pensamos, além de serem encontrados em ambientes extremamente inóspitos para a maioria dos seres vivos, alguns membros do Domínio Archaea também habitam ambientes menos extremos, tais como, o solo, oceano e fontes de água limpa. Além disso, hoje, o Domínio Arquea é composto pelos filos Crenarchaeota, Euryarchaeota, Korarchaeota, Nanoarchaeota e Thaumarchaeota.



Várias arqueas são quimiorganotróficas (utilizam compostos orgânicos, ou seja, a maioria dos compostos que contem carbono como fonte de obtenção de energia). A utilização de glicose ocorre pela via de Entner-Doudoroff (que gera 1 molécula de piruvato e 2 de ATP a partir de 1 molécula de glicose). Também utilizam a via glicolítica (via fermentativa, com produção de 2 ATP e produtos de fermentação, tais como, etanol, CO2 e ácido lático). A oxidação do acetato a CO2 ocorre pelo ciclo do ácido cítrico.

Em algumas arqueas as cadeias transportadoras de elétrons, incluindo citocromos dos tipos a, b e c, estão presentes. Também existem, por exemplo, arqueas hipertermofílicas quimiolitotróficas (utilizam compostos inorgânicos, por exemplo, Fe, H e S, como fonte de obtenção de energia), assim como arqueas metanogênicas e a maioria das hipertermófilas quimiolitotróficas que são autotróficas.

Exemplos muito interessantes de arqueas é o que não faltam. As arqueas halofílicas extremas, por exemplo, são capazes de realizar a síntese de ATP mediada pela luz, entretanto, sem a presença de clorofila (sem o processo de fotossíntese). Como estes microrganismos são altamente pigmentados (devido a presença de carotenóides, denominados bacterioruberinas), em condições de pequena aeração essas arqueas inserem a proteína bacteriorodopsina conjugada com uma molécula de retinal em suas membranas e através desta absorvem a luz necessária a síntese de energia.

As arqueas metanogênicas, por sua vez, geralmente não utilizam glicose, ácidos orgânicos (exceto acetato e piruvato) ou aminoácidos como substratos para a obtenção de energia. Ao invés destes compostos elas utilizam CO2, monóxido de carbono, metanol, dimetilsulfeto, etc.

Uma sugestão de livro para maiores detalhes é o "Microbiologia de Brock" (autores: Michael T. Madigan, John M. Martinko, Jack Parker; editora: Pearson Education).

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Blog de Ciências Físicas da Natureza para turmas de Formação de Professores

Já se encontra em plena atividade o blog de Ciências para o Curso de Formação de Professores, onde serão divulgados sites, sugestões de práticas, concursos públicos, questões e muito mais! Participem!
Acessem www.cfnnormal.blogspot.com

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Cederj oferece 5 mil vagas para graduação a distância

As Universidades Públicas a distância do Rio de Janeiro estão com inscrições abertas até 21 de maio para o Vestibular Cederj. As seis principais universidades públicas do Estado (UENF, UERJ, UFF, UFRJ, UFRRJ e UNIRIO), que fazem parte do Consórcio Cederj, estão oferecendo 4.985 vagas para 10 cursos de graduação a distância na modalidade semipresencial. São eles: Administração, Administração Pública, Tecnologia em Sistemas de Computação e os cursos de Licenciaturas em: Ciências Biológicas, Física, Matemática, Pedagogia, Química, História e Turismo.

Inscrições abertas para Pré-Vestibular do CEDERJ

O curso é gratuito e as aulas ocorrerão aos sábados em 46 polos e terão início em 11 de junho com término previsto no dia 16 de dezembro de 2011, incluindo as disciplinas de Língua Portuguesa, Redação, Matemática, Física, Química, Biologia, Geografia, História e Inglês.
Em 3 polos as aulas acontecerão 2 vezes por semana à tarde e em 1, duas vezes por semana, à noite.
Dois livros de cada disciplina serão entregues gratuitamente ao longo do curso.
Os alunos contarão também com o serviço de Tutoria a Distância (atendimento 0800) de segunda a sexta das 9 às 21 h. Em 3 polos as aulas acontecerão 2 vezes por semana à tarde.

As inscrições são gratuitas e realizadas pela Internet com a entrega de documentos, no período de 2 a 16 de maio de 2011.
Os documentos poderão ser entregues nos polos ou enviados pelos Correios até o dia 17.5.2011.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Na Pista do Melhor Caminho

Jogo virtual trabalha a educação no trânsito


Antes de começar a se preparar para as provas teórica e prática do Detran, que tal treinar a direção no próprio computador? Calma, não estamos falando de mais um game de corrida automobilística. Em parceria com o Detran-RJ e a Secretaria de Estado de Educação (Seeduc), a Michelin lançou o “Na Pista do Melhor Caminho” – um jogo virtual em versão 2.0. para educar os futuros motoristas. O objetivo da novidade é reforçar os conhecimentos sobre normas, riscos e dispositivos de segurança no trânsito para jovens que estão prestes a obter sua carteira de habilitação.

O “Na Pista do Melhor Caminho” foi idealizado em 2008, inicialmente no formato de tabuleiro, e transformado em jogo virtual para atingir um público maior de jovens. Trata-se de um jogo de estratégia em que, para vencer, basta somar 18 pontos antes do adversário. Para conseguir a pontuação, deve-se chegar aos alvos da missão e responder corretamente às perguntas das Casas Michelin. A disputa trabalha questões relacionadas à mobilidade e a conceitos de responsabilidade social.

Clique aqui para fazer o download do jogo.
http://www.conexaoaluno.rj.gov.br/downloads/mapa_jogo_2.zip

Você não vive sem música? Fique atento aos cuidados que precisa ter com os fones de ouvido!

11/04/11

Por Mônica Vitória

http://www.conexaoaluno.rj.gov.br/edite/EditeImagem.asp?Codigo=2736

Quem nunca foi para a escola ou passou o recreio curtindo um som alto que atire a primeira pedra! Com a tecnologia, cada vez mais jovens têm se acostumado a diariamente ouvir música em celulares, MP3 players, notebooks etc. E, para não incomodar quem está ao lado, é sempre bom fazer uso do bom e velho fone de ouvido. Mas esse hábito, que mistura diversão, privacidade e educação, pode ser mais perigoso do que imaginamos! É preciso ficar ligado para não transformar a música alta numa verdadeira vilã para sua saúde.

Os que adoram música alta, sejam fãs de um rock pesado ou de um funk estilo “pancadão”, preferem se fazer de surdos para o aviso. Mas estudos recentes afirmam que o fone de ouvido realmente pode causar a perda da audição – problema que só começaria a ser percebido depois de anos. Quem usa o acessório mais de uma hora por dia em volume máximo corre mais riscos. E atenção: não há cura para a surdez!

Caroline Muniz, aluna do Colégio Estadual Desembargador José Augusto Coelho da Rocha Júnior, do município de Rio Bonito, é uma daquelas adolescentes que vivem com fones de ouvido, na escola, na rua, no ônibus e em casa. E quem passa ao lado percebe, pois ela não economiza no volume do som. “Curto demais, porque dá mais adrenalina!”, diz. Mas a otorrinolaringologista Heloisa Soares de Oliveira, diretora da Audioclínica do Rio de Janeiro e membro do Cremerj, adverte: “O recomendado é ouvir som com intensidade inferior a 80 decibéis, pois é este o limite de prevenção. Abaixo desse nível não há risco de desenvolver perda auditiva”.

E não importa se você está ouvindo música clássica, gospel ou metal, com fones novos ou de marca conhecida. Segundo a médica, o que lesa a audição é o nível de pressão sonora, não a qualidade do som escutado. “O volume é o que prejudica a audição e não se o som é bom ou ruim. O uso frequente de fones colocados dentro do conduto auditivo, sem qualquer barreira atenuante em sua transmissão, pode sim trazer graves perdas auditivas. Essas perdas inicialmente não são percebidas – somente bastante tempo depois de instaladas – e são irreversíveis”, avisa.

A legislação trabalhista, inclusive, estabelece limites de tolerância para exposição a ruídos em relação ao tempo de exposição. “O limite de tolerância para exposição a 85 decibéis é de oito horas por dia; para 80 decibéis o limite é de quatro horas; 90 decibéis, duas horas; 100 decibéis, uma hora e assim por diante. Uma simples conversa tem, em média, 65 decibéis; uma rua de trânsito movimentado pode chegar a 95 e o volume ao se ouvir música normalmente fica entre 90 a 105 decibéis”, explica Heloisa.


Curtição sem trauma

Hoje já existem aparelhos com controle automático de volume e até mesmo fones intrusivos (que ficam lá dentro do ouvido, não apenas na área externa da orelha) com noise cancelling, que garantem 70% de redução de ruídos externos. Com isso, não é necessário aumentar o volume para ouvir melhor o que está tocando, por exemplo. Ainda assim, é preciso tomar cuidado!

Entre os sintomas de perda auditiva que podem aparecer com o tempo, estão: zumbido, redução da percepção auditiva, irritabilidade e dificuldade de compreensão das palavras. “Se for a algum lugar ou escutar som e o ouvido depois ficar com zumbido, ou seja, ‘chiando’, é sinal de que já há risco de lesão das células do ouvido interno”, esclarece a otorrinolaringologista.

Mesmo que demorem a se manifestar, esses sinais já podem prejudicar - e muito - não só a saúde, mas o convívio social com parentes, amigos e desconhecidos. Com os sintomas, a pessoa pode ter dificuldades no relacionamento com outros, se sentir excluída e ser impedida de exercer determinadas funções profissionais que exijam boa audição.

Heloisa lembra que o mais importante é se prevenir. Ouvir som em volumes mais baixos, até 80 decibéis, é a primeira medida. “Se a pessoa tem hábito de ouvir música em MP3 players etc, o recomendado é ir ao médico e fazer um exame de audiometria semestralmente, para verificar se há perda auditiva em fase inicial e ainda reversível, e fazer o acompanhamento. Normalmente, se pararmos logo a exposição ao som alto, evitamos a evolução da perda auditiva e conseguimos revertê-la”, afirma.

O que toca no seu MP3? Clique aqui e confira o que os alunos estão ouvindo por aí...


Saiba mais sobre como utilizar corretamente os fones de ouvido
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Conexão aluno